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Política

Investigados na Lama Asfáltica, Giroto e Amorim completam 100 dias de prisão

Giroto e Amorim, encarcerados em maio, estariam metidos em esquema de corrupção

17 agosto 2018 - 09h30Por Celso Bejarano

Presos desde 8 de maio deste ano, o ex-deputado federal Edson Giroto e o amigo e empreiteiro João Amorim, completam, nesta sexta-feira (17), 100 dias de cárcere no Centro de Triagem Anízio de Lima, Jardim Noroeste, no complexo penitenciário de Campo Grande.

De julho de 2013 até agora, eles foram presos em quatro ocasiões por suposta participação em crimes de corrupção enraizada, segundo a Polícia Federal, Ministério Público Federal e Controladoria Geral da União, na gestão do então governador André Puccinelli (MDB – 2007-2014), também preso desde 20 de julho passado.

Advogados que defendem Giroto e Amorim já ingressaram com recursos em instâncias diferentes, a última no STF (Supremo Tribunal Federal), que ainda não examinou a apelação.

Uma filha e a sócia de Amorim também amargam prisões, no entanto, por cuidarem de filhos pequenos, têm sido punidas com a chamada prisão domiciliar. A mulher de Giroto, é outra que cumpre a medida em casa.

A prisão de Giroto e Amorim tem a ver com a quinta fase da Lama Asfáltica, que levantou suspeitas de que os denunciados por corrução estariam se desfazendo de bens de alto valor e repartindo entre si os valores como meio de ocultar a origem do dinheiro.

Giroto tornou-se réu noutra ação do MPF, nesta semana, por lavagem de dinheiro.

Alem de Giroto e Amorim, pelos mesmos crimes, completam 100 dias de prisão, o cunhado do ex-secretário Flávio Schrocchio e o ex-deputado estadual e ex-prefeito de Paranaíba, Wilson Roberto Mariano, o Beto Mariano.

A filha de Beto, uma médica, cumpre pena domiciliar.