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Política

G-8 deve aumentar e Capitão Contar se coloca à disposição para 1ª secretaria na Assembleia

Grupo também tem discutido sobre as comissões permanentes da Casa de Leis, dentre elas a CCJR

13 dezembro 2018 - 13h17Por Redação

O G-8, que começou como G-4, deve agregar mais alguns integrantes e se tornar G-11. O motivo é a “renovação” para ocupar a cadeira da 1ª secretaria, na mesa diretora da ALMS (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul).

Capitão Renan Contar (PSL), que teve a maior votação, se colocou à disposição para ocupar o cargo. O grupo de deputados estaduais, que tem ganhado força, começou com o apoio ao deputado Paulo Corrêa (PR) para presidente.

Além do Capitão Contar, o G8 é formado pelos deputados Carlos Alberto David (PSL), Evander Vendramini (PP), Gerson Claro (PP), Herculano Borges (SD), João Henrique Catan (PR), Lucas de Lima (SD) e Neno Razuk (PTB).

Porém, os demais nomes ainda não foram divulgados, por conta das reuniões que têm ocorridos nestas últimas semanas que antecedem a diplomação dos parlamentares, que será realizada na próxima sexta-feira (14).

“A intenção do grupo sempre foi buscar novas ideias para se renovar. Pois, foi isso que os eleitores têm pedido nas urnas, e então temos que entender que essa fase é necessária para o crescimento o nosso Estado. E cada vez mais, outros parlamentares tem se unido ao grupo com o mesmo propósito”, disse o Capitão Contar.

Ele explicou que, “sou do Exército Brasileiro e lá era responsável por analisar contratos, gestão de pessoas, gastos, saber onde e de que forma realizar os trabalhos administrativos. Mesma atividade que é desempenhada pela cadeira da 1ª secretaria. Por ter esta experiência administrativa pública é que me coloco a disposição para ocupar este cargo e ficarei honrado em poder contribuir, caso se concretize”.

O parlamentar ressaltou que o grupo também tem discutido sobre as comissões permanentes da Casa de Leis, dentre elas a CCJR (Comissão de Constituição, Justiça e Redação), que tem grande importância na análise e aprovação de projetos para que se vá para a votação em plenário. “Todo esse cenário está sendo visto com cautela, pois cada uma destas pastas tem um peso importante para o andamento do processo legislativo”, finaliza.