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Política

Governador e prefeito descartam reforços na segurança após ataque a Bolsonaro

Autoridades participam dos desfile cívico-militar da Independência nesta manhã

07 setembro 2018 - 09h40Por Diana Christie e Thiago de Souza

Apesar do clima de consternação após o ataque sofrido pelo presidenciável Jair Bolsonaro (PSL-RJ), em um evento de campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e o prefeito Marquinhos Trad (PSDB) descartam reforçar a segurança durante aparições públicas.

Marquinhos Trad chegou a brincar sobre o assunto questionando “qual segurança?”. Ele destaca que não anda acompanhado de reforço policial, embora, às vezes, seja hostilizado e receba agressões verbais, contra ele e contra a sua família, durante as andanças pelos bairros de Campo Grande.

Participando do desfile cívico-militar da Independência, na Rua 13 de Maio, Reinaldo Azambuja disse que não acredita ser necessário reforçar a equipe que o acompanha, mas condenou o radicalismo e a intolerância na politica. Ele destaca que o ataque a Bolsonaro foi covarde e antidemocrático.

Em campanha pela reeleição, Azambuja ressalta que vai participar do desfile apenas como autoridade de Estado, mas prometeu trabalhar de forma propositiva, mostrando as obras que fez nos 69 municípios.

Ele disse ainda que, durante a campanha, vai mostrar a regionalização da saúde, as compras de viaturas, promoções de militares e aquisições de coletes para a polícia. Também repetiu que espera que cada candidato mostre o que o grupo político fez e o eleitor vai julgar qual foi o melhor trabalho.

Desfile

O desfile da Independência começou por volta das 9h. Segundo o sargento do Exército, Jacob, a expectativa é que cerca de 40 mil pessoas assistam as apresentações durante toda a manhã. Ao todo, 109 viaturas, sendo 41 das forças civis, devem atravessar a Avenida nas exibições da data.