Grupo formado por empresários e produtores rurais encomendou pesquisa qualitativa para saber a viabilidade do nome da senadora de MS, Tereza Cristina (Progressistas) à presidência da República. A revelação é do jornal Folha de São Paulo.
Conforme o jornal paulista, a própria senadora de MS foi informada dos resultados da pesquisa, pedida ao Instituto Ipsos. O grupo nega que a encomenda do estudo tenha sido feito pela sul-mato-grossense e que agiu espontaneamente.
Ainda segundo a Folha, o objetivo do colegiado é observar a viabilidade de um nome alternativo a Lula e Flávio Bolsonaro; o grupo entende que o petista é ruim para o País e o filho de Bolsonaro despreparado para o cargo.
O relato de um empresário do setor rural que participou da iniciativa, segue o jornal, a pesquisa teria mostrado que a maior fragilidade em relação a Tereza senadora é desconhecimento do público em relação ao nome dela.
Por outro lado, diz a publicação, quando os participantes tiveram contato com a imagem, vídeo e currículo dela, a avaliação teria sido "bastante positiva". A avaliação popular teria mostrado como aspectos positivos da senadora pontos como ‘’seriedade’’, ‘’confiança’’, ''experiência'', ''firmeza'', ''capacidade de diálogo'', ''preparo'' e ''articulação política''.
Outro ponto destacado pela publicação paulista é que o Progressistas, partido de Cristina, optou por neutralidade no primeiro turno da eleição. Recentemente, o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, descartou Tereza como vice de Flávio e disse à CNN Brasil que a parlamentar mira a Presidência do Senado.









