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quinta, 22 de outubro de 2020
Política

Ministro da Saúde de Bolsonaro, Mandetta tem aprovação da maioria dos campo-grandenses

Ex-deputado não quis reeleição e, assim que Bolsonaro foi eleito, virou ministro da Saúde

17 janeiro 2019 - 19h00Por Celso Bejarano

A indicação do ex-deputado federal Luís Henrique Mandetta para chefiar o ministério da Saúde na gestão do presidente Jair Bolsonaro foi aprovada por 53% dos entrevistados pelo Itop (Instituto TopMídia de Pesquisa), levantamento feito em Campo Grande, terra natal do nomeado, entre os dias 11 e 15 de janeiro.

Dos 600 entrevistados pelos pesquisadores, 53% concordaram com a ida de Mandetta, médico ortopedista e ex-secretário de Saúde da prefeitura de Campo Grande, para o ministério da Saúde. Já 19% dos ouvidos pelos entrevistadores viram a nomeação do ex-deputado federal por dois mandatos como negativa, ou seja, desaprovaram a indicação de Bolsonaro. E, 28% responderam que “tanto faz”, mostrando-se indiferença à nomeação.

Mandetta formou-se médico pela Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro. Ele especializou-se em ortopedia pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e trabalhou em ortopedia infantil num hospital de Atlanta, nos Estados Unidos da América.

Em 2015, cinco anos depois de deixar o comando da secretaria municipal de Saúde, por força de ação tocada pelo MPF (Ministério Público Federal), o ministro foi incluído numa investigação por improbidade administrativa. 

Luís Mandetta foi indicado para chefiar ministério pelo presidente Bolsonaro (André de Abreu)

A prefeitura havia recebido recurso federal para programar o Gisa (Gerenciamento de Informações Integradas de Saúde), sistema que permitiria o paciente do SUS (Sistema Único de Saúde) a agendar consultas e exames médicos, por telefone.

Governo federal e municipal aplicaram em torno de R$ 10 milhões no projeto que nunca saiu do papel, daí a apuração.

Mandetta, à época, negou qualquer irregularidade administrativa enquanto chefiou a secretaria de Saúde. Bolsonaro também destacou que não há nenhuma condenação envolvendo o ministro.

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