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Política

Proposta prevê liberação de deputados na semana que antecede eleições em MS

A sessão ordinária que começou por volta das 9h30 e terminou às 11 horas

25 setembro 2018 - 13h10Por Rodson Willyams

A questão de ordem que prevê a liberação dos deputados estaduais uma semana antes das eleições pode ser votada nesta quarta-feira (25), na Assembleia Legislativa em Mato Grosso do Sul. Nesta terça-feira (25), apenas 17 dos 24 deputados estiveram presentes na sessão ordinária que começou por volta das 9h30 e terminou às 11 horas.

Deputados ouvidos pelo TopMídiaNews não se mostraram tão reticentes quanto à proposta. "Eu nunca falto sessão. Acredito se vai ter quórum pra votar, ótimo", diz Paulo Siufi referindo durante as sessões da semana que vem. "Mas se as pessoas já disseram que não vão vir por estar em campanha. O Congresso Nacional liberou por duas semanas, acho estão se pautando da mesma forma aqui. Eu vou estar em Campo Grande de qualquer forma atendendo em meu consultório".

Pedro Kemp (PT) se mostrou contrário a proposta. "Sou contra, acho que é obrigação do deputado estar aqui no momento da votação. Acho que temos que conciliar a campanha com o trabalho aqui, é perfeitamente possível. Eu não marco nada durante a sessão, só fora das atividades parlamentares".


Deputados durante a sessão desta terça-feira (25).

Eduardo Rocha (MDB) defende que seja feita a força-tarefa. "Acho que deveria fazer uma força-tarefa. Olha aí ó [se referindo ao plenário quase vazio]. Na semana que vem ninguém vai vir", disse. Segundo o parlamentar, a questão de ordem apresentada na última quinta-feira (20), pelo presidente Mochi, pode ser votada amanhã.  

Na manhã de hoje estiveram presentes o presidente da Assembleia Legislativa, Junior Mochi, Eduardo Rocha, Antonieta Amorim, George Takimoto, Paulo Siufi e Renato Câmara, todos do MDB; Herculano Borges (SD); Lídio Lopes (Patri); João Grandão, Cabo Almi, Amarildo Cruz e Pedro Kemp, do PT; Maurício Picarelli, Rinaldo Modesto, Zé Teixeira, Felipe Orro e Paulo Corrêa, do PSDB.

No entanto, grande parte deu apenas uma 'passadinha' pelo plenário nesta manhã.