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Política

Reinaldo destaca que reforma da Previdência 'não é tudo'

Ele disse que há outros assuntos importantes, reforma tributária uma delas

24 abril 2019 - 12h43Por Celso Bejarano, de Brasília

Na reunião entre os governadores e os presidentes da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumpre (DEM-AP), nesta terça-feira (23), em Brasília, foi dito aos dois que “não só a reforma da Previdência” resolve os problemas financeiros enfrentados pelos Estados.

A informação é do governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), um dos participantes do encontro, promovido na casa de Rodrigo Maia.

Azambuja reforçou o discurso que já prega há algum tempo: o de que a aprovação da reforma da Previdência deve “destravar” outras discussões que considera também importantes para a economia brasileira.

O governador sul-mato-grossense acredita que a reforma tributária é tão relevante quanto a da Previdência, aprovada na noite de terça-feira (23) pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara Federal, que validou a proposta como constitucional.

Agora, a reforma da Previdência segue para uma Comissão Especial, cujos nomes dos integrantes devem ser anunciados amanhã, quinta-feira (25). Depois disso, a projeto vai para ao Plenário da Câmara, onde será votado pelos deputados federais.

Reinaldo e outros 23 governadores se reuniram ontem em Brasília. Eles definiram a pauta de uma discussão que será realizada no dia 8 de maio próximo, em Brasília.

Os governantes prometem discutir a renovação do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).

Esse fundo, que ajuda a pagar os salários dos professores, por exemplo, pode não ser mais repassado a partir do ano que vem.

Azambuja disse que hoje o governo federal repassa ao fundo em torno de R$ 14,5 bilhões anuais (verba repartida com os estados). A ideia, contou o governador, é convencer o governo de Jair Bolsonaro, a dobrar o valor distribuído.

Securitização das dívidas também será discutido entre os governantes. O assunto é um instrumento financeiro pelo qual se convertem empréstimos bancários e outros ativos em títulos para serem negociados com outros investidores, que passam a ser os novos credores da dívida em questão.