Tribunal de Contas de MS notificou a prefeitura de Campo Grande, nesta quarta-feira (1º). O Tribunal observou que contratos com as empreiteiras estão prestes a vencer e isso demanda planejamento para não prejudicar os serviços.
A notificação foi feita na pessoa do conselheiro Osmar Jeronymo em que questiona quais ações o Município executa para resolver o problema gravíssimo da cidade.
Conforme o site do Tribunal, Osmar alertou os contratos de manutenção de pavimento asfáltico e pela recomposição de capa asfáltica e da estrutura das vias nas regiões do Anhanduizinho, Bandeira, Centro, Imbirussu, Lagoa, Prosa e Segredo — se encerra nos dias 24 e 31 de julho.
O conselheiro – que é relator do Município de Campo Grande- observou que matérias da imprensa local da última semana revelaram que as sete regiões da cidade podem ficar sem o serviço de tapa-buraco a partir de julho. Isso, porquê quatro regiões já estão com o serviço paralisado porque o saldo do contrato foi utilizado e não deve receber aditivo.
Risco
Na reflexão de Osmar, os buracos na cidade deixaram de ser mero transtorno e se convertem em risco real à vida dos pagadores de impostos.
''O quadro piora nos dias de chuva, quando a água encobre as crateras e reduz a visibilidade, elevando o risco para motociclistas e pedestres, e chega a obrigar motoristas de ônibus a alterar rotas'', anotou Jerônymo.
Ainda segundo a notícia, a Prefeitura tem até 3 de julho para responder formalmente à Corte de Contas.








