A ausência de seis vereadores ajudou a manter o veto da prefeita Adriane Lopes (PP) e com isso a permanência do reajuste abusivo do IPTU em Campo Grande. Landmark Rios (PT) foi um dos responsáveis pela derrota da população.
O petista, conforme a assessoria cumpre agenda em Brasília, inclusive com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos. Porém, havia a possibilidade de votar à distância pelo sistema da Casa de Leis, mas isso não foi feito. Já o vereador Jamal Salém, que não estava presencialmente, usou o sistema e votou a favor de Adriane Lopes.
O vereador Silvio Pitu (PSDB) também se ausentou e não foi citada nenhuma justificativa. O mesmo fez Júnior Coringa (MDB) e Neto Santos.
Para derrubar o veto, votaram: Luiza ribeiro; Jean Ferreira; André Salineiro; Marquinhos Trad; Maicon Nogueira; Professor Riverton; Ronilço Guerreiro; Flávio Cabo Almi; Herculano Borges; Clodoilson Pires; Ana Portela; Rafael Tavares; Otávio Trad e Veterinário Francisco.
Para manter o veto, vieram os votos de Dr. Victor Rocha; Jaman Salém; Delei Pinheiro; Beto Avelar; Wilson Lands, Leinha; Professor Juari e Carlão. O secretário de Governo de Adriane, Ulisses Rocha, ficou a manhã toda na Câmara articulando votos para manter o veto da chefe do executivo e permanecer com o reajuste do imposto. Também não estiveram presentes os vereadores Dr Lívio e Fábio Rocha.
Com a decisão, o projeto que anulava os atos administrativos da gestão Adriane e reduziria o valor do IPTU foi arquivado. A leitura foi feita pelo presidente da Casa, vereador Papy (PSDB).
Justiça
A prefeitura sofreu três derrotas judiciais até o momento e a determinação é que a gestão reajuste o imposto com base na inflação do período, de 5,32%.









