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Saúde

há 1 mês

Adolescente de Porto Murtinho luta por tratamento de Doença de Crohn no Paraná

Mesmo morando no Paraná, família sul-mato-grossense pede apoio para salvar a saúde da menor

Aos 11 anos, Emanuelly Morais dos Santos, descobriu a Doença de Crohn e depois de três anos, tentando controlar a doença, precisa de ajuda para prosseguir com o tratamento. Natural de natural de Porto Murtinho, interior de Mato Grosso do Sul, a adolescente, atualmente com 14 anos, mora com os pais no Paraná, mas mobiliza familiares nos dois estados para arcar com as despesas de um médico particular.

Moradora de Porto Murtinho, a tia materna, Alessandra Corrêa Morais, de 43 anos, explica que a espera pelo atendimento completo via SUS (Sistema Único de Saúde) onde a adolescente mora se arrasta desde o diagnóstico.

“A Emanuelly descobriu a doença há três anos e, desde então, a família aguarda pelo tratamento adequado. O problema é que a Doença de Crohn não espera, e a dor dela é diária”, afirma.

Segundo Alessandra, a situação de saúde da sobrinha exige cuidados constantes e acompanhamento médico frequente. “Ela vive muito debilitada, sente dores fortes, precisa tomar soro com frequência pela desidratação e tem uma alimentação totalmente regrada. É uma adolescência cheia de limitações”, comenta.

Diante da demora da rede pública no Paraná, a mãe da adolescente, Vanessa Morais dos Santos, decidiu buscar atendimento particular, mesmo sem condições financeiras.

Ainda conforme a tia, em uma das consultas, a mãe descobriu que um dos medicamentos que a adolescente precisa tomar chega a custar R$ 16 mil.

“Esse remédio é essencial para dar qualidade de vida à Emanuelly. É a chance de ela viver sem tanto sofrimento”, frisa a tia.

Com medo de que o tratamento pelo SUS não chegue a tempo e que o quadro da adolescente se agrave, a família decidiu criar uma vaquinha solidária por meio de Pix, na tentativa de adiantar o início da medicação.

“A mãe está desesperada, porque nenhuma mãe consegue ver um filho sofrer assim e não poder fazer mais”, desabafa.

“A gente pede ajuda com o coração aberto. Qualquer valor ou compartilhamento já faz diferença. É uma forma de dar esperança para uma menina que só quer viver melhor”, conclui a tia.

Interessados em ajudar a adolescente podem doar através do Pix divulgado pela família.

Família se mobiliza por tratamento de Emanuelly

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