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Saúde

Ministério da Saúde confirma 1º morte por varíola dos macacos

A vítima era de Uberlândia (MG)

29 julho 2022 - 12h00Por Rayani Santa Cruz

O Ministério da Saúde confirmou nesta sexta a primeira morte por varíola dos macacos no país. A vítima era de Uberlândia (MG). As informações são do UOL.

Segundo o site, apenas cinco pessoas haviam morrido pela doença em todo o mundo durante o surto atual, de acordo com dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgados ontem. A entidade ainda não se manifestou sobre a vítima no Brasil.

De acordo com o boletim mais recente do Ministério, 1.066 casos da doença foram registrados no país, a maioria em São Paulo e no Rio de Janeiro. O ministério está tratando a doença como surto, o primeiro estágio da evolução de contágio, antes de epidemia e pandemia. O surto acontece quando há o aumento repentino do número de casos de uma doença em uma região específica, maior que o esperado pelas autoridades. 

Em nota, o órgão disse que o controle da doença é uma prioridade e montará um grupo para coordenar a resposta, com a participação de várias instituições de saúde, como o Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde), Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e a Opas, braço da OMS nas Américas. 

Ainda não há vacina disponível para a doença no país, mas o Ministério da Saúde diz negociar a aquisição. "A pasta tem buscado as alternativas céleres para aquisição da vacina e articulado com a OPAS/OMS as tratativas para aquisição do imunizante. Dessa forma, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) poderá definir a melhor estratégia de imunização para o Brasil", afirmou em nota. 

Sintomas

A doença começa com febre, fadiga, dor de cabeça, dores musculares, ou seja, sintomas inespecíficos e semelhantes a um resfriado ou gripe.

Em geral, de a 1 a 5 dias após o início da febre, aparecem lesões na pele, que são chamadas de exantema ou rash cutâneo (manchas vermelhas). Essas lesões aparecem inicialmente na face, espalhando para outras partes do corpo. Elas vêm acompanhadas de coceira e aumento dos gânglios.

Vale ressaltar que uma pessoa é contagiosa até que todas as cascas caiam —as casquinhas contêm material viral infeccioso— e que a pele esteja completamente cicatrizada. 

De acordo com a OMS, até o momento, apenas 10% dos pacientes tiveram de ser internados por causa da doença.