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domingo, 27 de setembro de 2020
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Escola de samba provoca Bolsonaro, coloca Hitler com faixa presidencial e se dá mal

Além de apoiadores de Bolsonaro, a escola de samba foi criticada também pela comunidade judaica

04 fevereiro 2019 - 08h15Por Da redação / 1News

O carnaval acontece apenas em março, mas as escolas de samba de São Paulo realizam os chamados ensaios técnicos no Sambódromo do Anhembi, zona norte da capital paulista. Neste final de semana, foi a vez de a Águia de Ouro levar os seus componentes para a avenida. Chamou a atenção do público presente e gerou repercussão nas redes sociais, um dos componentes fantasiado como Adolf Hitler.

O componente levava a suástica do partido Nazista alemão, usava uma faixa presidencial brasileira e tinha em suas mãos um cassetete. Muita gente viu uma clara referência ao presidente Jair Bolsonaro (PSL), que é militar e costuma ser chamado de nazista por opositores.

A escola de samba, porém, se deu mal. Nas redes sociais, muita gente criticou a atitude da entidade da zona oeste de São Paulo. “Isso não é Liberdade de Expressão, Associar o Presidente ao Ditador Nazista Hitler, é Crime”, comentou um internauta no Twitter.

Diante da repercussão negativa, a Águia de Ouro se manifestou por meio de nota emitida pela sua assessoria de imprensa. A escola classificou o ato como atitude isolada de um componente para se promover pessoalmente.

“A diretoria foi pega de surpresa, e já tomou as medidas necessárias para que não aconteça mais”, diz a nota. Além de apoiadores de Bolsonaro, a escola de samba foi criticada também pela comunidade judaica. O nazismo de Adolf Hitler foi responsável pela morte de cerca de seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial, em episódio que ficou conhecido como holocausto.

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