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Macabro: mãe de Rhuan e a esposa serviram carne do menino como bife para a irmã de criação

Na delegacia, menina apresentou enjoos e polícia não achou restos da coxa da vítima

28 novembro 2020 - 12h51Por Thiago de Souza

Mais um detalhe macabro do assassinato do menino Rhuan Maycon da Silva Castro, de nove anos, veio à tona nesta semana, em Brasília (DF). Foi descoberto que a mãe do garoto e a esposa dela cortaram a coxa do cadáver e serviram como bife para a irmã de criação dele, em 31 de maio do ano passado.  

A informação, apurada pelo Metrópoles, veio durante o julgamento que condenou Rosana Auri da Silva Cândido, 30 anos, e Kascyla Priscyla Santiago Damasceno, 29 anos, a mais de 130 anos de prisão. 

Segundo o site, Investigadores da Polícia Civil que trabalharam no caso e peritos do Instituto Médico Legal jamais encontraram partes esquartejadas do corpo do garoto. Principalmente, de uma das coxas. A suspeita é que lascas da carne foram assadas e servidas como bife, durante o jantar, para a filha de Kacyla, uma menina de 8 anos à época.

A suspeita se deu, diz a apuração, na ocasião em que a menina foi levada para a Delegacia de Polícia de Samambaia, até que familiares fossem acionados para acolher a garota, já que a mãe havia sido presa. Horas tinham se passado desde que a criança estava sob a guarda da PCDF, mas ela apresentava fortes enjoos e recusava qualquer tipo de alimento.

Ainda conforme apurado, os policiais perguntaram o que a menina havia comido e pudesse ter provocado o enjoo. Em resposta, ouviram que tinha sido torradas com ketchup. 

“Não havia torradas nem ketchup na casa nem na geladeira, e muito menos no lixo. Nunca encontramos qualquer embalagem desses produtos”, disse ao Metrópoles um investigador que vasculhou a residência.

Barbárie

Ainda segundo a investigação, as duas mulheres esfaquearam Rhuan pelo menos 12 vezes. A própria mãe usou uma peixeira e um martelo para degolar o filho, que estava caído e ainda respirava. 

Rosana tentou arrancar os globos oculares do menino, mas não conseguiu. O laudo do IML apontou ainda que, quando a cabeça de Rhuan foi arrancada, os sinais vitais da vítima ainda estavam presentes. A caixa torácica foi aberta e o intestino, retirado. “A mãe disse que chegou a cozinhar os intestinos”, afirmou um dos policiais ouvidos pelo Metrópoles.