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quinta, 24 de setembro de 2020
Polícia

Dois meses depois: mulher encontrada morta não foi estuprada; ninguém foi preso

Os laudos apontaram que a vítima morreu afogada e não sofreu violência sexual

12 abril 2019 - 13h22Por Anna Gomes

Os laudos realizados no corpo de Rosana dos Santos Dantas, 32 anos, que foi encontrada morta no dia três de fevereiro deste ano, às margens de um riacho do Bairro Nova Lima, em Campo Grande, mostram que a mulher seria vítima de afogamento e não foi estuprada, conforme informou o delegado Paulo Sérgio, da 2ª Delegacia de Polícia Civil.

Ainda segundo o delegado, os resultados dos exames não apontam abuso sexual e nenhum outro tipo de violência contra Rosana. Hoje, mais de dois meses após o cadáver ter sido encontrado, a polícia ainda não prendeu nenhum suspeito, mas o caso continua sendo investigado como homicídio.

“Temos suspeitos, mas não podemos divulgar as informações para não atrapalhar as investigações que seguem a todo vapor. A gente precisou aguardar os resultados dos exames para prosseguirmos trabalhando. Nós investigamos o caso como homicídio, mas precisamos de detalhes de quem esteve com a vítima no local e o que de fato aconteceu”, Paulo Sérgio.

Ainda de acordo com o delegado, várias pessoas já prestaram depoimento e alegam que Rosana estaria embriagada quando foi vista pela última vez na garupa de uma motocicleta que era pilotada por um homem ainda não identificado.

“Acreditamos que a vítima era amiga do piloto da moto e que ambos não tinham um relacionamento amoroso”, adiantou.  

A vítima conhecia bem o riacho e, segundo o depoimento de parentes, com frequência a família ia ao local para se divertir aos finais de semana. Rosana deixou quatro filhos, inclusive o caçula, agora, com cinco meses, ainda era amamentado pela mãe. Os menores ficaram sob a guarda de seus respectivos pais.

O caso

O cadáver foi encontrado em avançado estado de decomposição no último dia três de fevereiro, por moradores que tomavam banho no riacho, localizado na região norte da Capital. Eles informaram que viram algo boiando e acharam que fosse um travesseiro. Ao se aproximarem, perceberam que era uma pessoa e acionaram equipes do Corpo de Bombeiros e Polícia Militar. No local não havia documentos para identificação da vítima.

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