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Prefeitura lamenta tragédia em Rio Verde e diz que não tem ligação com assassino

Prefeito garante que Carlos não faz parte dos colaboradores de campanha e não atua em sua segurança

29 AGO 2016
Dany Nascimento
13h31min
Foto: Alisson Silva

A assessoria de comunicação do prefeito de Rio Verde, Mário Alberto Krugel, afirmou ao TopMídiaNews que a tragédia ocorrida no município na noite de ontem (29), que culminou na morte João Victor Gomes Rosa, 21 anos, filho de Nilson Rosa, coordenador de campanha do candidato a prefeito Zé de Oliveira (PMDB), não teria cunho eleitoreiro e ocorreu devido a um desentendimento entre a vítima e o autor.

Conforme a equipe de Mário, o sargento Carlos Alberto da Rocha, de 52 anos, não faz parte da equipe de seguranças do Chefe do Executivo e não possui nenhum vínculo com sua administração. A assessoria afirma que no momento do crime, o prefeito da cidade estaria participando de um culto de uma igreja, tomando conhecimento do fato depois.

Segundo a assessoria, a tragédia não pode ser apontada como ato eleitoreiro, já que o disparo de arma de fogo foi feito após uma discussão de trânsito entre João Victor e Carlos Alberto.

Confira a nota oficial emitida pela prefeitura de Rio Verde:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Coligação “Trabalho, Competência e Responsabilidade”, tomando conhecimento pelos meios de comunicação do desfecho fatídico ocorrido em nosso município que culminou com a morte do jovem João Victor Gomes Rosa, e, diante da perplexidade e comoção vem por meio desta prestar os seguintes esclarecimentos:

1)  No dia 28 de agosto de 2016, por volta das 19h30, de acordo com testemunhas João Victor, de 21 anos, foi atingido com um disparo de arma de fogo levando-o a óbito na noite deste domingo, na Praça das Américas, região central de Rio Verde.

2)  Segundo levantamento do delegado Fábio da Silva Magalhães que atendeu o caso, o crime aconteceu após uma discussão banal de trânsito por causa de uma vaga de estacionamento na praça.

3)  Considerando que o fato de caráter pessoal lamentavelmente ocorreu sem que terceiros tenham possam ser culpados ou presumidamente apontados como culpados.

4)  Porém infelizmente o fato que deveria nos remeter a uma profunda e dolorosa reflexão sobre o tema da violência urbana, tem sido em função do período eleitoral, usado de forma indigna, mesquinha e rasteira contra nossa coligação e o candidato a reeleição Mario Kruger, que nada tem a ver com o fato.

5)  Lamentamos profundamente e nos associamos à família neste tão doloroso momento repudiando veementemente toda a qualquer notícia e postagem em Redes Sociais que tente denegrir a imagem de nossa candidatura que não é apenas de Mario Kruger e Dinalvinha e sim de mais de 55 pessoas dignas e trabalhadores deste município.

6)  Esclarecemos ainda que o autor do crime, o Sargento PM Carlos Alberto Rocha, não é segurança do atual prefeito e não consta em nenhuma lista de colaboradores da campanha, sendo então a sua remoção e lotação nesta cidade de competência do estado, e nossa assessoria Jurídica está tomando e tomará todas as medidas cabíveis para combater essa odiosa pratica eleitoreira que usa momentos de dor dessa enlutada família para tentar nos incriminar.

7)  Por fim estamos nos colocando a disposição para qualquer esclarecimento que possa ajudar e dar ponto final nessa onda de boataria que em nada confortará a família, seguiremos levando nossas propostas de continuar a governar o município levando a cada um de nossa cidade para por fim a esse tipo de política que não abonamos e queremos para nossa cidade. 

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