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Polícia

Secretário nega proteção para guarda assassino de namorada e amigo

'Eu coloquei a guarda a disposição da polícia para ajudar nas buscas', disse Azambuja

08 março 2020 - 15h15Por Dany Nascimento

O Secretário Municipal de Segurança e Defesa Social, Valério Azambuja, disse que a corporação não tentou proteger Valtenir  Pereira da Silva, 35 anos, e agiu em prol da negociação para que ele se entregasse à polícia. Ele é acusado de matar Maxelline Santos, de 28 anos, e o amigo dela, Steferson Batista, 35 anos.

Segundo Valério, a Guarda foi colocada à disposição da polícia para tentar convencer o suspeito a se entregar. “Em nenhum momento houve proteção da Guarda, tanto que através do advogado, a guarda manteve contato e pediu para ele se entregar. Não houve proteção em nenhum momento, houve crime grave, desde então tentamos localizar ele. Fiz contato com delegacia e coloquei guarda a disposição para ajudar”.

Azambuja destaca que o pai do criminoso colaborou com as investigações e conseguiu convencer o filho a se entregar. “O pai do Valtenir, após muita conversa, se prontificou a ajudar a convencer o filho a se entregar”.

Sobre Valtenir ter ido na sede da Guarda no Parque Airton Sena, o secretário afirma que ele tomou essa decisão por pertencer ao quadro de servidores. “Primeiro por questão de confiança que ele foi na guarda, porque ele é da corporação”.

Valtenir também atirou contra Camila Telos, esposa de Steferson, que recebeu atendimento médico e foi liberada. Ela não informou seu paradeiro e está em estado de choque. A Guarda Municipal abriu um processo administrativo para avaliar a conduta de Valtenir, que pode ser expulso da corpotação. 

Ele está preso no Centro de Triagem.