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segunda, 17 de maio de 2021
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Política

Defensor da cloroquina, Luiz Ovando chama de genocida quem defende dipirona contra covid

Ele pontuou que os sintomas da doença são facilmente detectáveis

12 abril 2021 - 17h33Por Nathalia Pelzl

O deputado federal Luiz Ovando (PSL-MS) defendeu que médicos prescrevem dipirona ou paracetamol a paciente com sintomas de Covid-19 são genocidas. Ele pontuou que os sintomas da doença são facilmente detectáveis.

A declaração foi feita sábado à noite (10), durante live promovida pela deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR), que teve a participação do prefeito de Chapecó (SC), João Rodrigues (PSD).

“O paciente que chegar a uma unidade de saúde com sintomas de Covid-19 não pode voltar para casa com prescrição de dipirona ou paracetamol. Isso é crime. Quem faz isso é um genocida”, declarou ovando. 

Durante a live, o prefeito de Chapecó citou os procedimentos adotados pelo município para reduzir novos casos de Covid-19 e praticamente zerar as internações em UTI. Rodrigues explicou que a realização de milhares de testes rápidos e o tratamento imediato dos infectados aos primeiros sinais da doença. 

Ovando elogiou a decisão de Chapecó e sugeriu que os demais prefeitos adotem os mesmos procedimentos. 

“Se tivéssemos adotado o tratamento precoce desde o início, hoje teríamos situação controlada, com menos vidas perdidas, além de leitos sobrando para tratar os infectados”, afirmou Ovando. “Erramos desde o início. Essa que é verdade”. 

É válido destacar que o deputado é defensor da cloroquina, que não tem comprovação científica contra a doença.