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Política

há 3 semanas

Após trapalhada e tarifaço, Adriane cria grupo de trabalho para revisar tabela de preços do IPTU

A ação veio após fortes criticas da sociedade a respeito do aumento absurdo do imposto em 2026

A prefeita de Campo Grande Adriane Lopes (PP) criou um ‘grupo de trabalho’ para revisar e atualizar a Planta Genérica de Valores (PGV) e o Manual de Cadastro Técnico, documentos que servem de base para o cálculo do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). A medida foi formalizada por meio da Resolução Normativa nº 5, publicada no Diogrande desta terça-feira (27).

De acordo com a resolução, o grupo terá a finalidade de promover um estudo técnico para revisar os critérios de avaliação dos imóveis no município, que impactam diretamente o valor venal utilizado como base de cálculo do IPTU.

O texto estabelece que o grupo de trabalho poderá convocar servidores de diferentes órgãos e entidades da administração municipal, desde que haja justificativa formal e observância das regras administrativas para cessão ou transferência. Os resultados dos estudos deverão ser apresentados em relatórios bimestrais à Diretoria Executiva da Receita, com prazo final para conclusão em 31 de julho de 2026. A resolução também veda o pagamento de gratificações ou qualquer tipo de remuneração extra aos participantes.

A criação do grupo ocorre em um contexto de forte insatisfação de contribuintes. Em 2026, a gestão da prefeita Adriane Lopes (PP) promoveu reajustes no IPTU que, segundo reclamações de moradores e matérias já publicadas no TopMídiaNews, foram aplicados sem aviso prévio claro à população. Em diversos casos, proprietários relataram aumentos significativos no valor do imposto, chegando a 300%. O que gerou questionamentos sobre transparência e critérios adotados pela administração municipal.

O grupo também foi criado após Adriane ser desmascarada pela reportagem, já que aumentou de forma contundente o imposto em áreas periféricas e diminuiu em locais mais abastados, como o bairro em que mora, o Carandá Bosque III.

Além disso, a prefeita aproveitou para manter a ‘isenção’ do IPTU da sua mansão, já que a construção da casa não foi averbada, ou seja, a família Lopes paga apenas o terreno. Por isso, hoje o imposto da ‘humilde residência’ da chefe do Executivo é de apenas R$ 4.071,12, valor considerado baixo para o tamanho do terreno e da localização, uma das áreas mais nobres de Campo Grande.

Fora as questões financeiras, Adriane jogou contra a população ao vetar integralmente um projeto de lei complementar aprovado em unanimidade pela Câmara dos Vereadores de Campo Grande, que suspendia os efeitos do decreto que mudou os critérios de classificação dos imóveis e bairros para o exercício de 2026.

 

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