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terça, 22 de setembro de 2020
Política

Vereadora presa é acusada de chefiar organização criminosa em MS

Secretária de Esportes do município foi presa sob acusação de chefiar organização voltada para o tráfico de drogas

07 março 2019 - 10h16Por Da redação/JP News

A vereadora de Três Lagoas Marisa Rocha (PSB), que foi presa nesta quarta-feira (6) pela equipe do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), é acusada de chefiar organização criminosa, voltada para o tráfico de drogas. A prisão é preventiva.

A parlamentar, que está licenciada do cargo para exercer a função de secretária de Esportes em Três Lagoas, está no presídio feminino.

De acordo com o Ministério Público, houve representação pela preventiva e o Juíz da 2a Vara Criminal de Três Lagoas deferiu a medida. A prisão é decorrente de denúncia, a partir da das investigações realizadas na Operação Themis, que se encontra em fase conclusiva. A operação foi deflagrada dia 14 de janeiro deste ano. Na ocasião, foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão, nas cidades de Três Lagoas, Ponta Porã e Campo Grande.

Em Três Lagoas, Tatiana Barroso Ferreira de Souza Amede, de 39 anos, foi presa na operação. Ela estava em liberdade desde o dia 30 de outubro do ano passado, após ser flagrada “trabalhando como batedora” de veículo que transportava 231,95 quilos de maconha. Na Operação Themis, Tatiana tinha contra si um mandado de prisão preventiva e ainda de busca e apreensão.

Além dela, o policial militar, José Cláudio Lisboa, também foi preso após o Gaeco encontrar droga escondida em seu armário no Batalhão.

MAIS DROGA

Em agosto de 2013, a polícia apreendeu 200 quilos de maconha em um sitio da vereadora. Mas, a Justiça concluiu que a droga não era dela. No entanto, durante investigações, apurou-se que a vereadora teria acobertado em seu sítio um foragido da Justiça. Em 2016, Marisa foi condenada pela juíza Janine Rodrigues de Oliveira Trindade, da 1ª Vara de Juizado Especial Cível e Criminal, a um mês de prisão no regime aberto e teve a pena substituída por multa de R$ 3 mil. A defesa de Marisa ainda não se manifestou.

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