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Saúde

Queimadas na floresta amazônica afetam o clima do MS e a saúde da população

Junção de diversos fatores contribui para o aumento da incidência de doenças respiratórias e requer cuidados redobrados com a saúde

20 agosto 2019 - 16h43Por Luis Abraham

O mês de agosto, que comumente tem como características a ausência de chuvas e o clima seco, em 2019, surpreendeu o sul-mato-grossensse. Durante os últimos dias, uma névoa seca somada ao aumento da quantidade de queimadas na floresta amazônica tomou conta da região central da América do Sul.

O sol ficou encoberto e a umidade relativa do ar despencou a níveis preocupantes para OMS (Organização Mundial de Saúde). A junção desses fatores contribui para uma maior incidência de doenças respiratórias e inspira cuidados redobrados com a saúde, em especial crianças e idosos.

Entre as dicas para evitar transtornos decorrentes do clima seco estão medidas simples como a ingestão de bastante água, evitar a prática de esportes nas horas mais quentes do dia, permanecer em ambientes umidificados, além de manter a pele protegida com hidratantes e protetor solar.

A prática de queimadas para limpar áreas de pastagem constitui crime ambiental, quando realizada sem licença do órgão competente. O incêndio criminoso é punido pela Lei de Crimes Ambientais 9.605/98 com pena de um a quatro anos de reclusão.