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Polícia

Adolescentes são apreendidos após tentar lançar explosivo em escola

A dupla foi surpreendida, enquanto se preparava para lançar o artefato em chamas onde estavam crianças, com idades entre 6 e 7 anos

26 março 2019 - 10h16Por Da redação/TáNaMídia Naviraí

Dois adolescentes, de 16 e 17 anos, foram apreendidos ontem, segunda-feira (25) após tentar atirar um explosivo artesanal na Escola Municipal Valério Carlos da Costa, na cidade de Sidrolândia. Eles foram surpreendidos por uma professora, enquanto se preparavam para lançar uma garrafa com solvente em chamas onde estavam crianças, com idades entre 6 e 7 anos.

Os alunos estavam no intervalo, quando a servidora Silvia Menezes Ferreira percebeu os dois jovens no lado de fora da escola, ao lado do muro, com o objeto nas mãos. O explosivo artesanal, também conhecido como coquetel molotov, era uma garrafa com solvente altamente inflamável e um pano em chamas na ponta.

Ao perceber que um dos jovens ameaçou jogar a garrafa por cima do muro do colégio, Silvia teria gritado para chamar a atenção dos garotos. Flagrados, eles ainda conseguiram fugir. Segundo a diretora da escola, Iria Ramires Gomes, o explosivo iria cair nos corredores onde estavam os alunos do ensino fundamental.

A Polícia Militar foi acionada e informada pela professora, sobre as características dos garotos. Com base nas informações os militares iniciaram as buscas e os encontraram dentro do Ginásio Leonel de Moura Brizola, na cidade. Durante a abordagem, um deles admitiu que encheu uma garrafa com o solvente e junto de outros comparsas, foram até a escola que pretendiam atear fogo. A dupla foi encaminhada para a Delegacia de Policia Civil, onde também recebeu o acompanhamento do Conselho Tutelar.

Caso semelhante

Na última quarta-feira (19) em Campo Grande, quatro alunos da Escola Estadual Joaquim Murtinho causaram um tumulto no colégio, depois de usarem um desodorante aerosol de “lança-chamas” com um isqueiro.  Os dois estudantes que manuseavam o artefato foram suspensos e outros dois, que participaram indiretamente do caso, entraram em processo de transferência, "por opção dos pais", conforme a SED. Ninguém se feriu.