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sexta, 22 de janeiro de 2021
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Polícia

Vídeo: casa onde chargista foi esquartejado passa por exame com luminol no Monte Castelo

Substância identifica vestígios de sangue que são imperceptíveis a olho nu

26 novembro 2020 - 19h13Por Thiago de Souza e Willian Leite

Residência na rua Padre João Cripa, local onde o corpo do chargista, Marcos Borges, foi esquartejado, passa por exames com o luminol, na noite desta quinta-feira (26), no Monte Castelo, em Campo Grande. A substância usada pela perícia indica manchas de sangue que não são perceptíveis a olho nu. 

No local estão policiais da Delegacia Especializada em Homicídios, assim como o delegado Carlos Delano. 

O crime

A massagista Clarice Silvestre Azevedo confessou o crime, no dia 21 de novembro. Ela disse que namorava com Marcos e que os dois discutiram, até que ela o empurrou e ele caiu da escada. Em seguida ela pegou uma faca e o atacou. 

Outro detalhe, não revelado por ela anteriormente, é que o filho dela, de 21 anos, a ajudou a cortar o corpo em pedaços e colocar em uma mala. Ainda segundo depoimento, ela teria comprado um ‘kit desova’, com sacos plásticos pretos, água sanitária, luvas e tesoura.

Ainda segundo apurado, Azevedo chamou uma amiga para levar as três malas até o Jardim Tarumã, onde o deixou e o queimou. 

O corpo de Marcos Borges só foi achado depois dela confessar o crime à Polícia Militar de São Gabriel D’Oeste, na terça-feira (24).