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Política

No 1º mês como ministro, Mandetta cumpriu três metas do seu programa de gestão

Em discurso de posse, ex-deputado federal de MS relacionou 14 metas a serem cumpridas

31 janeiro 2019 - 09h30Por Celso Bejarano

No discurso de posse, o ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, ex-deputado federal por Mato Grosso do Sul, listou 14 ideias que pretende impor em sua gestão, que completa um mês nesta sexta-feira (1).

Até agora, ele fez duas viagens, uma para o Rio de Janeiro e outra para Roraima e anunciou três inovações que integram seu programa de governo: o certificado digital de vacina, novos planos para os hospitais universitários e também um programa que beneficia crianças alérgicas à proteína do leite.

Um dos planos de Mandetta, anunciado nesta semana e já posto em prática, é a emissão do CIVP, o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia.

Agora, o serviço será digitalizado e o documento, que comprova a situação vacinal das pessoas que viajam para o exterior, exigido por ao menos 100 países, será disponível num período de cinco dias. Por ano, no país, ao menos 730 mil pessoas pedem o certificado.

De acordo com o ministério da Saúde, a medida representa uma economia de R$ 120 milhões aos estados.

Outra questão manifestada por Mandetta é a análise do atendimento e gestão nos hospitais federais, medida que faz parte de uma ação integrada de apoio a essas unidades.

O projeto, começado nos hospitais do Rio de Janeiro, será cumprido em três etapas de trabalho: diagnóstico de cada unidade, produção estratégia de gestão e início da implantação do plano de atuação.

A terceira inovação citada pelo previsão interessam as crianças com até dois anos de idade, que são alérgicas à proteína do leite de vaca (APLV), que terão agora acesso gratuito, no SUS, a três novas fórmulas alimentares. 

De acordo com a assessoria do ministro, o Ministério da Saúde incorporou soluções nutricionais à base de soja; de proteína extensamente hidrolisada com ou sem lactose; e de aminoácidos, que trarão benefícios importantes para o desenvolvimento desses pequenos. 

A estimativa é de que essa novidade atenda a mais de 38,5 mil pacientes, já em 2019, e deve estar disponível nas unidades públicas de saúde de todo o país em até 180 dias.

 Entre as propostas que o ministro pretende tirar do papel uma delas tem a ver com o funcionamento dos postos de saúde.

“Desafio o nosso Ministério a criar condições para termos um terceiro turno de saúde na Atenção Básica. O trabalhador sai para trabalhar às 05h ou 06h e o posto está fechado e quando volta para a sua casa, às 18h, o posto já fechou. É preciso ter um turno para que essas unidades de saúde se adequem aos tempos modernos em que a mulher saiu para trabalhar e o homem saiu para trabalhar e os filhos ficaram sozinhos”, disse o ministro no dia da posse.