Pedido de revogação da prisão da empresária Rhayne Souza Fanaia foi negado pela Justiça, em Campo Grande. Ela é membro da família Jafar e atuava, segundo a investigação, como ''laranja'' da editora pivô de fraudes em compras públicas na Educação de MS.
Conforme trecho da decisão da Justiça, a medida é referente a um pedido de revogação de prisão feito pela defesa da envolvida. Os advogados queriam a substituição do cárcere por medidas cautelares. Outras solicitações foram feitas, mas o magistrado entendeu eu deveriam ser feitas nos autos da ação penal.
Laranja
Na investigação, Rhayane – que publicamente se vendia como dona de um brechó, era proprietária da Editora Avante, empresa usada para vender livros escolares para prefeituras de municípios de MS, em geral sem licitação. O esquema movimentou R$ 27 milhões.
A empresa em nome de Rhayane foi constituída, diz o Gaeco, meses após a morte do empresário Micherd Jafar Junior, em 2021. Ele era proprietário da Gráfica e Editora Alvorada, investigada nos idos de 2015 pelos mesmos motivos da atual Operação Gutenberg. O detalhe é que o capital social da empresa era de apenas R$ 40 mil, mas logo conseguiu contratos vultuosos com prefeituras em MS.








