Solurbe - corrida do meio ambiente 18/04 a 08/05
(67) 99826-0686
Reviva centro

Equipes da Sesau farão busca ativa de criadouros do Aedes em residências

Equipes trabalham em conjunto e devem vistoriar imóveis, orientar moradores, eliminando criadouros do mosquito

6 FEV 2019
Da redação / PMCG
14h44min
Foto: Reprodução / PMCG

A Prefeitura de Campo Grande por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) convocou todos os profissionais das Equipes de Atenção Básica e de Vigilância em Saúde a realizarem busca ativa de criadouros e focos de Aedes Aegypti em todos os imóveis no período de 11 a 22 de fevereiro. A convocação foi publicada na edição desta quarta-feira (6) no Diogrande, página 13.

A Sesau conta com 198 equipes nas unidades básicas de saúde (UBS) e de saúde da família (UBSF), aproximadamente 3280 profissionais, entre agentes comunitários de saúde, enfermeiros, técnicos de enfermagem e médicos, e de 426 agentes de combate de endemias.

Eles trabalham em conjunto e agora devem vistoriar todos os imóveis e orientar moradores, fazer a busca ativa para eliminar criadouros do mosquito que transmite a dengue, zika e chicungunha. O documento publicado no Diogrande leva em consideração que no último Levantamento de Índice Rápido para Aedes Aegypti – LIRA, realizado no período de 14 a 18 de janeiro, em 91,3% dos extratos da pesquisa tiveram Índice de Infestação Predial (IPP) acima do recomendado pelo Ministério da Saúde que é de até 1%.

O secretário de Saúde, Marcelo Vilela, explica que a convocação é para diminuir a incidência do Aedes. “Estamos entrando num período crítico com o início de muita chuva e calor associados, que são fatores essenciais para a proliferação do mosquito. Precisamos trabalhar em conjunto para eliminar todos estes criadouros e diminuir os casos de doenças transmitidas pelo Aedes”, disse.

Até janeiro deste ano, foram notificados 2338 casos de dengue, 45 de zika e 40 de chikungunya. Em janeiro do ano passado (2018), foram notificados 374 casos de dengue, 27 de chikungunya e 22 de zika. A superintendente de Vigilância em Saúde, Veruska Lahdo, esclarece que a participação da população nesta mobilização é muito importante. “Se cado morador fizer a sua parte na sua casa, com certeza conseguiremos diminuir os focos do mosquito e impedir um crescimento elevado dos casos das doenças”.

Veja também